segunda-feira, 21 de março de 2011

Peça de teatro: "Os Dez Anõezinhos da Tia Verde-Água"

No âmbito da UFCD Higienização e Manutenção de Materiais e Equipamentos Específicos, as formandas do curso Técnicas De Acção Educativa, do Centro de Formação Inovinter Delegação de Braga, realizaram uma actividade no dia 21 Março de 2011 na Associação Creche de Braga, Pólo de Palmeira.
Esta actividade baseou-se numa peça de teatro adaptada da estória “Os dez anõezinhos da Tia Verde-Água”, tendo como público-alvo crianças de jardim-de-infância.
Esta actividade teve como objectivos:
Incutir diversas formas de higiene e limpeza nos espaços, equipamentos e materiais, desenvolver a autonomia e a responsabilidade incutindo acções nas crianças relacionadas com a higiene, arrumação, e preparação dos espaços, assim como conhecimento de tradições e ditados populares, na aquisição de novos vocábulos.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dicas para os pais

   
           No âmbito da UFCD, Higiene, Saúde e Segurança da Criança, em relação à saúde, abordamos diversos distúrbios alimentares tais como: Bulimia, Anorexia e Obesidade.     
Para tal fizemos uma pesquisa na internet sobre os temas para nos ajudar a perceber e estarmos atentas aos sintomas.
Como educadores devemos intervir de imediato para evitar consequências futuras que advém destas problemáticas, pois acarretam muitos problemas físicos, psicológicos e sociais.
            Para a higiene elaboramos um panfleto com dicas com cuidados a ter para uma boa higiene oral a fim de incutir às crianças hábitos de higiene pessoal.   
           

Dicas para uma boa higiene oral

 
 

 
Dicas para uma boa higiene oral



 
Dicas para uma boa higiene oral

    




quarta-feira, 16 de março de 2011

Actividade individual " As Expressões"

       No âmbito da UFCD- Expressão Dramática, Corporal, Vocal e Verbal, foi-nos sugerido fazer uma apresentação individual onde fossem abordados todas as temáticas.
      A atividade foi de livre escolha por cada formanda, tendo havido a demonstração de um leque variado de apresentações, tais como: histórias, sombras chinesas, teatro de fantoches, entre outros, todas elas realizadas com grande criatividade e muita imaginação.
     Com a realização deste trabalho aprendemos métodos e dicas importantes, que nos poderão ser úteis na realização de actividades junto das crianças






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Maquetas de casas ecológicas

      No âmbito do núcleo gerador 6- Urbanismo e Mobilidade, do domínio de referênia, Construção e Arquitetura e como sugestão da formadora e de acordo com o tema, decidimos construir maquetas e de casas ecológicas.
     Em pesquisa na Intrenet procuramos orçamentos, a zona ideal, os materiais, o sistema de captação de energia renováveis, entre outros.
     Para a realização da mesma, recorremos a materiais recicláveis.
    Através deste trabalho concluimos que, apesar dos elevados custo para a sua construção a médio e longo prazo esse investimento vai ser compensado.
     Esta é uma boa atividade para realizar com as crianças de forma que elas compreendam o sentido da
ecologia de modo a contribuir para a melhoria do meio ambiente.




A hora do conto "O Pinóquio"

No decorrer da UFCD, Planeamento e Desenvolvimento de Actividades e Tempos Livres, abordamos diversas formas de actividades para dinamizar os tempos livres das crianças.
Assim sendo, depois de abordarmos a parte teórica passamos à prática e decidimos realizar uma actividade para a hora do conto “O Pinóquio”.
Para tal, foi-nos proposto uma visita de estudo à Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, para assim assistirmos à hora de conto cantada e contada pelo Professor António Castanheira. Esta visita tinha como objectivo perceber e compreender as estratégias utilizadas e mais adequadas para a hora do conto que iríamos realizar, na Instituição Fundação Stella Oswaldo Bomfim para crianças de jardim-de-infância.
Assim, reunimo-nos e adaptamos a estória do Pinóquio com intuito de proporcionar às crianças uma hora do conto diferente.
Preparamos um teatro de marionetas, em que reparamos que não é necessário um cenário muito elaborado, visto que neste tipo de teatro utiliza-se um pano preto. Criamos o vestuário adaptado a cada marioneta, utilizando tecidos e costuramos as roupas. Devemos salientar que as personagens eram reais.
Mais uma vez apelamos à nossa criatividade e imaginação colocando duas palhaças muito animadas para apresentar e dar início à hora do conto de uma forma mais lúdica.
A apresentação, decorreu com tranquilidade e espírito de grupo sendo os objectivos alcançados, proporcionando assim às crianças momentos de alegria e diversão, transmitindo-lhes valores como a partilha, amizade e a sinceridade.




Maquetas de Creche e Jardim-de-Infância

    Nesta UFCD "Espaços, Materiais e Equipamentos - Creches e Jardim-de-Infância", foi-nos sugerido realizar uma planta e uma maqueta de uma creche e jardim-de-infância.
    Para a realização desta actividade fomos divididas em dois grupos, em que um ficou responsável pela creche e o outro pelo jardim-de-infância.
    Para esta actividade os grupos optaram por utilizar materiais recicláveis tais como: cartão, plásticos, tecidos, madeira, entre outros.
    O objectivo da construção das maquetas, era apresentar os espaços que constituem a creche e o jardim-de-infância, de acordo com as normas exigidas por lei.
    Este trabalho ajudou-nos a ficar com mais noções dos espaços, áreas, materiais e equipamentos adequados.




 Grupo: Jardim de Infância



Grupo: Creche



Máscaras de Carnaval


No âmbito da UFCD- Actividades Pedagógicas com Crianças com NEE, realizamos uma atividade que se insere nos conteúdos da UFCD e uma vez que se aproximava a época carnavalesca, aproveitamos esse tema para realizar esta atividade.
Para tal a formadora ensinou-nos uma técnica, na qual fizemos máscaras a partir de balões e na qual foram decorados.
Esta atividade pode se realizar com as crianças, dentro ou fora da sala de atividades.

Como fazer:
Material:

* Folhas de Jornal
* Tesoura
*Balões
*Cola Branca
*Fio
* Tintas Variadas


Preparação:

Enche-se o balão com o tamanho da face, pincela-se com alguma cola e cola-se pequenos pedaços de jornal de modo a cobrir todo balão, fazendo isto em duas vezes.
Ata-se o fio ao balão e deixa-se secar (no mínimo 12horas). Depois de bem seco, corta-se a meio, decora-se a gosto, deixando a tinta secar.
Faz-se os rasgos dos olhos, boca e nariz (se o desejar).
Utilizar e dar azo à imaginação.


Debate sobre a Eutanásia

Ata
Eutanásia
Aos trinta e um dias de Janeiro de dois mil e onze, pelas onze horas, na sala de formação da Delegação do Inovinter, Centro de Formação e de Inovação Tecnológica de Braga, reuniu o curso de Técnicas de Acção Educativa, na Formação Base de Cultura Língua e Comunicação, com a presença da formadora Célia Estrada, deu-se um debate sobre a Eutanásia.
Tendo o debate sido presidido pela Rosália Oliveira, com a presença das secretárias, Patrícia Ferreira, Mayú Peseta, Manuela Amorim e Sónia Pinto. Por parte dos argumentos a favor da eutanásia estiveram as seguintes formandas, Sara Borges, Sónia Ribeiro, Andreia Monteiro, Idalina Moutinho, Manuela Pinto e Belmira Barros. Por parte dos argumentos contra estiveram as formandas, Elisa Gomes, Helena Gomes, Paula Pinto, Marta Pereira, Adriana Pinheiro e Sameiro Lima.
A ordem de trabalho foi:
Ponto um: Abertura do debate pela moderadora;
Ponto dois: Argumentos a favor;
Ponto três: Argumentos contra;
Ponto quatro: Argumentação do debate;
Ponto cinco: Outros assuntos.
Quanto ao primeiro ponto de ordem de trabalho, a moderadora abriu o debate com a apresentação de um PowerPoint sobre como funciona um debate. Delimitou o tempo para cada interveniente falar.
Quanto ao segundo ponto da ordem de trabalhos, algumas formandas debateram os argumentos a favor.
A formanda Sara citou: “A eutanásia é um termo muito complexo, não defende a morte, a eutanásia deixa a pessoa decidir se quer ou não morrer, em que está em condições de vida degradável. Se tivesse alguém na família, filhas, que os médicos dissessem que não tinham cura eu escolheria a eutanásia. Eutanásia é um testamento vital, esta pessoa pode não querer ser reabilitada, não querer receber tratamento.”
A formanda Sónia Ribeiro citou: “Deus dá vida, dizeis vós. Só que há pessoas que não aguentam a vida que Deus deu e chegam ao ponto de pedirem para morrer. Deus criou o homem para ser inteligente e livre, no caso de um doente vegetativo a pessoa está confinada a uma cama, ou seja, um ser que está à espera que a morte chegue. E apesar de tudo está em constante sofrimento e procura de algum modo fugir à dor. Chegando assim a implorar para morrer.”
 A formanda Andreia citou: “Se o meu filho tivesse cancro de pele e se eu pudesse, optaria por escolher a eutanásia, falamos de um caso terminal que não há mais nada a fazer. Em Portugal já praticam a eutanásia passiva, existe um testamento vital, que todas as pessoas podem assinar se não quiserem receber tratamento ou reanimação no momento em que entra no hospital. Na eutanásia normal uma pessoa que está com dores insuportáveis põe fim ao sofrimento de anos e anos de doenças como osteoporose, esclerose múltipla que são doenças com dores horrorosas.”
A formanda Idalina citou: “A eutanásia foi aprovada na Holanda mediante um caso de uma médica que deu morfina à mãe, esta médica foi presa. Deve-se ser capaz de optar, estas opções também devem ser muito bem ponderadas, este deve ter algum tempo para pensar e poder voltar atrás se assim o desejar. A pessoa é que deve ter a última palavra, se deseja morrer ou não, ninguém deve interferir (médicos e familiares).”
Deu dois exemplos de estudo na Holanda: “Um físico pesquisador com cancro de pele”; “ Um menino de 11 anos estava morrer de fibrose cística.”
A nova lei na Holanda incorpora algumas questões sobre a realização da eutanásia a menores de idade, entre os doze e os dezasseis anos, também estes podem optar pela eutanásia mas com a autorização dos progenitores.
“…O paciente deve ter pedido voluntariamente para morrer…”
“Um segundo médico terá que emitir a sua opinião sobre o caso, o doente deve assinar um testamento vital, estando ele de perfeita lucidez mental.”
A formanda Manuela Pinto, citou um caso de um estudo publicado em Fevereiro de dois mil, no qual foi apresentado um levantamento de seiscentos e quarenta e nove casos, em que quinhentos e trinta e cinco casos foram de eutanásia e os restantes cento e catorzede foram de suicídio assistido.
Em três por cento de eutanásia e em seis por cento dos casos de suicídio assistido, ocorreram complicações com os pacientes, antes de sua morte.
A formanda Belmira citou um caso de um físico com cancro de pele, pedindo aos demais presentes que fechassem os olhos e vivessem o caso.
“…Um físico pesquisador de raio X por mais de trinta anos estava sofrendo terrivelmente de cancro na pele. Parte do seu maxilar, lábio superior, nariz e mão esquerda estavam terrivelmente comprometidos.
Excrescências (saliências) e dois dedos da sua mão direita foram removidos. Ele estava cego e constante dor. Somente a cirurgia e sofrimento continuado, esperavam pelo paciente.
Os médicos prognosticaram mais um ano de vida. Por meses ele suplicou para os seus oito irmãos mais novos para acabar com a sua vida. Eventualmente o mais jovem, trinta e seis anos, apanhou a pistola e numa tardinha após vaguear pela cidade e beber foi ao hospital e matou o seu irmão…” 

Relativamente ao ponto três da ordem de trabalhos, algumas formandas debateram os argumentos contra.
A formanda Elisa Gomes na qualidade de um testemunho de um caso verídico citou: “Profissionais detectaram-me doença incurável, foi posta em questão a eutanásia, não o fiz e hoje estou aqui, lutei e venci. Apostem sempre até à última instância, preservem a vida, dêem valor à vida.”
A formanda Helena Gomes na qualidade de juíza citou: “Como no nosso país não é permitido a eutanásia, ninguém tem direito de interromper a vida, só Deus. Eu digo, não há vida cor-de-rosa, temos que aprender a viver com o problema.
Exemplo: Quando centenas de Autistas que usam fraldas, cegos e entre outros, os pais lutam por melhoras e nunca ouvi dizer que queria que o meu filho morresse. Pretende melhoras. Sou contra à eutanásia a cem por cento, temos direito a viver com qualidade de vida. Eutanásia nunca.”
A formanda Paula Pinto na qualidade de padre citou: “Alguns com cancro safam-se. O sofrimento é duro, temos que acreditar na medicina, somos católicos e acreditamos, não podemos negar a vida, só Deus é que nos pode tirar a vida.”
A formanda Marta na qualidade de catequista citou: “o mandamento diz “não matar”, é isso que ensino às crianças. Podemos ajudar até à última hora, com o apoio da família. Enfrentar obstáculos com carinho e amor, não é uma morte digna, a dor está lá. Existe morte assistida, tratamento para aliviar a dor.”
A formanda Adriana na qualidade de médica citou: “Eu fiz um juramento, lutar até ao fim. Salvá-lo! Numa pessoa que esteja como vegetal, pode haver progresso. Amanhã posso ter cura para o problema, é contra a lei e religião.”
A formanda Sameiro na qualidade de professora citou: “ Eles não têm capacidades”- disse a Sara. Se não tem capacidades não tem juízo perfeito, aqui vale a consciência, não é fácil. “Morrer com dignidade” é morrer natural, tem que viver com qualidade e cuidar até ao fim. Temos que ver sofrer e continuar a amar, dar apoio. O meu pai estava mal, sofreu…. Eu dava-lhe mimo. Ele nunca pediu para morrer, eu consegui com que o meu pai tivesse uma morte digna. A dor traz sempre sofrimento. O diagnóstico em casos terminais pode estar errado. A consciência que se tem pode ser precipitada. Investir num medicamento para o sofrimento, qualquer tipo de dor. Não é fácil, mas deve ser doloroso matar um familiar nosso.
Como disseram na “Assembleia da República, cento e quarenta e quatro deputados a favor e oitenta e seis contra” não passaram por estes casos, se não pensariam melhor nisto. Toda a gente tem direito à vida e se Deus deu a vida deve ser ele a retirá-la.”
 
No que concerne ao último ponto de trabalhos, as secretárias procederam à elaboração da ata.
E nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrado o debate, na qual se lavrou a presente ata que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada por nós que a secretariamos, pela moderadora e pela formadora.

"Um dia na creche"

   No decorrer das UFCD`s, Desenvolvimento da Criança e Acompanhamento em creche e jardim-de-infância - Áreas de Conteúdo, fomos passar um dia na Creche de Braga.
   Para a UFCD, Desenvolvimento da Criança tivemos como objetivo elaborar uma grelha de observação, com o intuito de observarmos as crianças da instituição, podendo assim ver o seu grau de desenvolvimento. Os grupos foram divididos por diversas salas e faixas etárias diferentes.
   No final, debatemos nas sessões todos os dados que recolhemos na observação.
   Na parte da tarde, na UFCD Acompanhamento em creche e jardim-de-infância - Áreas de Conteúdo realizamos jogos tradicionais com crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 6 anos.
   Com esta atividade podemos interagir com as crianças, adquirindo experiência para um futuro trabalho e ao mesmo tempo fazer com que elas se divirtam. Todos os jogos foram pensados ao pormenor para que tudo pudesse correr bem.
   Para a elaboração dos jogos foram utilizados materiais de desperdício (reutilizamos materiais, como por exemplo, utilizamos garrafas de plástico de 2L, pintadas de diversas cores para fazer os Pinos do jogo de Bowling e para as bolas reutilizamos meias velhas, cozidas em forma bolas).
   Foi um belo dia passado na creche onde nos divertimos muito, relembramos jogos da nossa infância e incutimos esses mesmos às crianças, proporcionando-lhes momentos de lazer e diversão.
 




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Dilemas de Kohlberg e Teorias do Desenvolvimento Infantil

    Apresentamos agora duas actividades que realizamos no âmbito da formação de psicologia, sendo elas relativas às seguintes UFCDs: Evolução e Desenvolvimento Infantil e Modelos Psicológicos e Fases do Desenvolvimento.
   Na primeira actividade, fomos divididas em grupos onde a formadora forneceu-nos  alguns dilemas que adaptamos de acordo à idade das crianças a quem fomos apresentar na Instituição Patronato Nossa Senhora da Torre. Através deles podemos obter respostas fantásticas das crianças.

Os Dilemas Morais de Kohlberg
Dilema 1: Senhor João
Era uma vez, um senhor chamado João que tinha a sua mulher muito doente. Esta estava com um cancro e podia morrer, precisava de uma medicação o mais depressa possível.
Entretanto o senhor João soube de um farmacêutico, que tinha descoberto um medicamento que podia salvar a sua mulher, só que pedia por este muito, muito dinheiro.
Como o senhor João era pobre e tinha pouco dinheiro, pediu ao farmacêutico para pagar em prestações (aos bocadinhos) ou para fazer um desconto no medicamento.
No entanto o farmacêutico disse-lhe que não e então o senhor João, sem solução para o seu problema, assaltou a farmácia e roubou o medicamento para salvar a mulher.
Questões:
1.    Se fosses o farmacêutico, o que farias?
2.    Achas que o senhor João fez bem ou fez mal?
3.    Se fosses o senhor João, o que farias?
4.    O senhor João merece castigo? Qual?
5.    Qual dos dois, teve a pior atitude?
Dilema 2: Júlia
        Era uma vez, uma menina com doze anos, que se chamava Júlia. Certo dia a mãe prometeu-lhe que a deixava ir a um concerto da Hanna Montana, se ela juntasse o dinheiro para comprar o bilhete.
A Júlia conseguiu juntar mais dinheiro do que o que precisava, mas a mãe mudou de ideias e disse-lhe que já não iria ver a Hanna Montana, porque, com esse dinheiro, ia comprar roupa nova para levar para a escola.
A Júlia ficou muito triste, mas às escondidas da mãe comprou o bilhete e no dia do concerto, enganou a mãe e disse-lhe que ia dormir à casa de uma amiga, mas foi ver a Hanna Montana.
A semana passou e a mãe não descobriu, mas a Júlia contou, em segredo, à sua irmã e esta contou o que a Júlia fez à mãe.
Questões:
1.     Achas bem ou mal o que a Júlia fez? Porquê?
2.     Achas bem ou mal a atitude da mãe? Porquê?
3.     Se fosses a Júlia o que fazias?
4.     Achas bem ou mal o que a irmã fez? Porquê?
5.     Se fosses tu, contavas ou não? Porquê?

Esta é uma actividade onde é possivel observar o grau de desenvolvimento moral em que a criança se encontra, ou seja, desde cedo as crianças começam a ter noções do bem e do mal, do que é certo e errado. Isto ajuda-nos também a avaliar o seu desenvolvimento ao nível cognitivo.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Actividade/ Jogo "O Conhecimento do Corpo Humano"



No contexto da Formação Base, Cultura, Língua e Comunicação e Sociedade, Tecnologia e Ciência referente ao núcleo gerador Sete, Saberes Fundamentais e de Cidadania Profissionalidade referente ao núcleo gerador Cinco, Convicção e Firmeza Ética foi-nos proposto realizar uma actividade integradora, actividade/jogo sobre o Corpo Humano. Esta consistiu em questões e actividades relacionadas com o tema e foi disputado por duas turmas do 1º ciclo.
A actividade tinha como objectivo aprofundar os conhecimentos das crianças relativamente ao corpo humano.
A apresentação desta actividade foi no dia 26 de Novembro de 2010, na escola EB1 Quinta da Veiga, em Braga.
No final, foram atribuídos a todos os alunos um diploma de participação e um brinde simbólico (medalha de prata ou bronze). A turma vencedora recebeu um troféu feito pelas formandas.
No decorrer da actividade deparamo-nos com alguns percalços, no entanto tivemos uma capacidade de improviso que fez com que a actividade decorre-se com naturalidade e sucesso, conseguindo assim, alcançar os objectivos pretendidos.



Brinde simbólico e Troféu
O grupo Técnicas de Acção Educativa

Visita ao Porto

  No âmbito do núcleo gerador "Urbanismo e Mobilidade" e das UFCD`s que constituem a formação base Cultura Língua e Comunicação, Sociedade Tecnologia e Ciência, Língua Estrangeira (Inglês), realizamos uma visita de estudo à cidade do Porto com o objetivo de conhecer a história, alguns monumentos desta cidade e os diferentes tipos de arquiteturas ali existentes.
  Realizamos um percurso pré defenido:
  • Partida da estação da CP em Braga;
  • Igreja de São Francisco de Assis;
  • Casa do Infante;
  • Passeio no Barco Rabelo (travessia das 6 pontes no rio Douro);
  • Almoço;
  • Visita às Caves do vinho do Porto "Cálem";
  • Funicular dos Guindais;
  • Sé Catedral do Porto;
  • Igreja dos Grilos;
  • Estação de São Bento;
  • Regresso a Braga.
  Elaboramos também alguns panfletos, "Porto City Guide" para serem distribuídos aos turistas estrangeiros que por nós passavam.
  Foi um passeio bastante agradável, pudemos conhecer monumentos antigos e com uma grande riqueza cultural. No Museu de São Francisco pudemos ver o estilo Barroco nas suas diferentes fases, na casa do Infante D. Henrique podemos ver a maqueta da cidade do Porto, onde podemos ver a grande muralha que ainda hoje existe na cidade.
  As caves do Vinho do Porto Cálem foi também uma visita muito interessante, explicaram-nos como se fabrica o vinho do Porto Tawny, Ruby e Vintage e pudemos ver várias colheitas  nos barris do Vinho do Porto, podendo no fim degustar este saboroso vinho.
  Foi uma  visita de estudo muito gratificante onde ficamos a dar mais valor ao Património Cultural Nacional.  
  O mais esperado era o passeio  de barco pelo rio Douro, foi magnífico e muito agradável, vimos as várias pontes que atravessam o rio e muitas paisagens lindas e os diferentes tipos de arquitetura desta cidade. 

Tertúlia "O uso das novas tecnologias pelas crianças"

No âmbito das UFCDs relativas à formação base, Cultura, Língua e Comunicação e Sociedade, Tecnologia e Ciência, e Cidadania e Profissionalidade foi-nos proposta a realização de uma actividade integradora.
Este veio de encontro aos temas referentes ao Núcleo Gerador 5- Culturas de Informação e Comunicação e Núcleo Gerador 1- Liberdade e Responsabilidade Democrática.
A actividade consistiu numa tertúlia, onde abordamos o bom e mau uso das novas tecnologias pelas crianças no mundo actual.
Para enriquecer os nossos conhecimentos acerca das novas tecnologias fizemos também uma visita de estudo à Rádio Antena Minho e ao Jornal Correio do Minho, no sentido de percebermos como funciona a estrutura interna de uma rádio e de um jornal.
Dias antes da actividade elaboramos uns cartazes acerca da evolução das novas tecnologias ao longo dos tempos.
Para esta tertúlia convidamos para oradores dois inspectores da polícia judiciária e um advogado.
Convidamos para assistir uma turma de formandos de Geriatria e uma turma de crianças do 5º ano de uma escola preparatória de Braga.
No dia da actividade apresentamos um PowerPoint sobre o uso do telemóvel, da televisão, do computador, as suas vantagens e as suas desvantagens.
De seguida, os nossos convidados fizeram um pequeno discurso individual, sendo que no final apresentaram casos reais de situações onde os jovens são muitas vezes seduzidos e tentados a fazer coisas que não deviam, chegando muitas vezes até a fugir de casa.
Foi uma actividade muito proveitosa, pois as crianças que assistiram mostraram-se muito atentas e interessadas nos assuntos debatidos na tertúlia.
Nós, como mães, vimos alertar-vos para o facto de a internet ser cada vez mais perigosa para as crianças, caso estas não tenham uma boa orientação e vigilância aquando do uso do computador.






terça-feira, 1 de março de 2011

Teatro de Fantoches "O Dentinho"



   No contexto da UFCD, Acompanhamento em Creche e Jardim de Infância - Técnicas Pedagógicas, realizamos a actividade  "O Dentinho", tendo como tema a higiene oral. O objectivo desta actividade era  incutir hábitos de higiene e alimentares  às crianças.
   Esta actividade realizou-se no Centro Social Paroquial Padre David, em Ruilhe, Braga para crianças de faixa étaria 4/5 anos .
  O desenvolvimento da actividade decorreu com tranquilidade e espírito de grupo, na preparação do cenário, dos fantoches, da música e do vestuário.
  Posto isto, a actividade foi apresentada com sucesso sendo os objectivos alcançados, proporcionando às crianças partilha de saberes e diversão. Pudemos observar  a alegria das crianças através dos seus sorrisos.
  Para finalizar pudemos concluir, que sendo esta  a  primeira actividade que realizamos, o trabalho de equipa foi deveras importante para que toda a actividade se concretizasse de forma positiva.
  Acreditamos  que para trabalhar com crianças é essencial a boa disposição, companheirismo, criatividade e sobretudo a dedicação pelas crianças. 

Construção do cenário

Atuação da Lili e as suas frutas


Os fantoches

Primeiros Socorros


  No âmbito da UFCD Primeiros Socorros, Tipos de Acidente e Formas de Atuação, abordamos várias formas de atuar em situações de risco ou doença espontânea com crianças ou adultos.
    Foram realizadas atividades práticas do suporte básico de vida (SBV), desobstrução das vias aéreas, posição lateral de segurança (PLS) e manobra de Heimlich.
   Para a realização desta atividade utilizamos um boneco anatómico para exemplificar a sequência do suporte básico de vida.
  Ao socorrer podemos prevenir o agravamento do estado de saúde da vítima, daí a importância da formação nesta área.
  Foram feitas várias simulações entre nós, em que pudemos exemplificar com as colegas e assim  pormo-nos no lugar do socorrista e do socorrido.
  Esta atividade foi bastante interessante, pois no futuro poderemos pôr em prática qualquer um destes passos, numa situação de emergência, no nosso dia-a-dia ou a trabalhar com crianças.